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Articles Written By: Dr. Hamilton

Como é uma consulta com um psiquiatra

Consulta psiquiatra florianopolis

Esta é uma dúvida comum, pois ainda existe alguma confusão sobre a psiquiatria. Então vou esclarecer as principais dúvidas e apontar algumas particularidades desta especialidade.

Em primeiro lugar, psiquiatria é uma especialidade médica, ou seja, são necessários 06 anos de medicina e mais 03 anos de residência médica em hospital para tornar-se um psiquiatra.

Por isto, a consulta psiquiátrica tem em comum muitos aspectos em relação a consulta médica em geral:

Anamnese: Este é o termo utilizado pelos médicos para colher uma história clínica. Esta história deve ser bastante detalhada e por isto demanda tempo. Muitos aspectos devem ser avaliados. Eu tenho o hábito de saber sobre os principais relacionamentos pessoais e familiares; a profissão e o ambiente de trabalho; atividades de lazer e hobbies também são importantes. Em seguida passo a uma investigação cuidadosa dos sintomas e queixas do paciente. Algumas perguntas são direcionadas, outras ficam por conta do paciente informar.

Exame físico: O psiquiatra também realiza exame físico, muitas vezes é importante avaliar o sistema cardiovascular por meio da ausculta e da medição da pressão arterial, pois alguns medicamentos podem interferir. Exames físicos mais detalhados dependem da queixa do paciente.

Exame psíquico: Na verdade, o exame psíquico começa quando o paciente entra no consultório, por meio da observação cuidadosa de aspectos do comportamento, vigilância, discurso, pensamento, humor, atenção e outros. O exame psíquico pode ser complementado por meio de testes, escalas e questionários.

Exames complementares: O psiquiatra também solicita exames para complementar ou excluir diagnósticos diferenciais. A formação médica é essencial para diferenciar condições patológicas que podem estar associadas a quadros mentais ou emocionais.

Onde fica o divã?

Quando se fala de psiquiatra é comum pensarmos em um divã, um senhor barbudo e um paciente deitado falando sobre sua vida, mas esta cena é, na verdade, do psicanalista. A psicanálise realmente popularizou a ciência da mente graças ao seu fundador o médico Sigmund Freud.

Frequencia das consultas

É comum confundir a consulta em psiquiatria com sessões programadas. Na verdade é importante manter um acompanhamento médico até o momento da alta, claro que cada caso é um caso. Tenho pacientes que me consultam inicialmente a cada mês, enquanto outros estão sendo avaliados de 06 em 06 meses. E muitos de alta!

Como é o tratamento

O tratamento em psiquiatria envolve o uso de medicamentos, psicoterapia e orientações sobre comportamento e estilo de vida.

Os medicamentos utilizados agem no sistema nervoso central corrigindo desequilíbrios nos neurotransmissores, substâncias presentes nas células nervosas. A maioria dos medicamentos não causa dependência, enquanto alguns possuem este potencial, mas quando utilizados de forma correta a chance do indivíduo viciar-se é mínima.

A psicoterapia é realizada por um psicólogo, muitas vezes a partir da recomendação do psiquiatra. Quando existe indicação, eu constumo encaminhar meus pacientes com um relatório detalhado para que a psicoterapia torne-se mais direcionada e efetiva.

Por que é tão difícil para o psiquiatra atender convênios ou planos de saúde?

A consulta em psiquiatria necessita de tempo, dedicação e personalização.

Infelizmente, os planos de saúde, remuneram a consulta com valores muito baixos, em torno de R$35,00. O que acaba por esmagar o tempo dedicado ao atendimento.

Planos de saúde pagam de 10 a 20 vezes mais por exames e procedimentos, por isto, muitos médicos estão migrando para especialidades onde possam realizá-los,

Mas tempo, dedicação e personalização são essenciais para uma consulta médica psiquiátrica de qualidade, tornando-se inviável o atendimento de convênios e planos de saúde, pelo menos na realidade atual.

Dr. José Hamilton
Médico Psiquiatra
CRM 12.149

Tratamento do TDAH

Por que algumas pessoas insistem que o TDAH não existe?

Pelas mais variadas razões, desde inocência e falta de formação científica até mesmo má-fé. Alguns chegam a afirmar que “o TDAH não existe”, é uma “invenção” médica ou da indústria farmacêutica, para terem lucros com o tratamento.

No primeiro caso se incluem todos aqueles profissionais que nunca publicaram qualquer pesquisa demonstrando o que eles afirmam categoricamente e não fazem parte de nenhum grupo científico. Quando questionados, falam em “experiência pessoal” ou então relatam casos que somente eles conhecem porque nunca foram publicados em revistas especializadas. Muitos escrevem livros ou têm sítios na Internet, mas nunca apresentaram seus “resultados” em congressos ou publicaram em revistas científicas, para que os demais possam julgar a veracidade do que dizem.

Os segundos são aqueles que pretendem “vender” alguma forma de tratamento diferente daquilo que é atualmente preconizado, alegando que somente eles podem tratar de modo correto.

Tanto os primeiros quanto os segundos afirmam que o tratamento do TDAH com medicamentos causa conseqüências terríveis. Quando a literatura científica é pesquisada, nada daquilo que eles afirmam é encontrado em qualquer pesquisa em qualquer país do mundo. Esta é a principal característica destes indivíduos: apesar de terem uma “aparência” de cientistas ou pesquisadores, jamais publicaram nada que comprovasse o que dizem.

O que é o TDAH?

O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um transtorno neurobiológico, de causas genéticas, que aparece na infância e freqüentemente acompanha o indivíduo por toda a sua vida. Ele se caracteriza por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade. Ele é chamado às vezes de DDA (Distúrbio do Déficit de Atenção). Em inglês, também é chamado de ADD, ADHD ou de AD/HD.

O Tratamento do TDAH é uma combinação de medicamentos, orientação aos pais e professores, além de técnicas específicas que são ensinadas ao portador. A medicação é parte muito importante do tratamento.

Como médico psiquiatra em Brasília tenho diversos pacientes portadores de TDAH que tiveram grande melhoria em seu desempenho social e nos estudos a partir do tratamento.

Dr. José Hamilton

Médico Psiquiatra

http://www.psiquiatrabrasilia.com.br/

Como é uma consulta com um psiquiatra

Consulta com psiquiatraEsta é uma dúvida comum, pois ainda existe alguma confusão sobre a psiquiatria. Então vou esclarecer as principais dúvidas e apontar algumas particularidades desta especialidade.

Em primeiro lugar, psiquiatria é uma especialidade médica, ou seja, são necessários 06 anos de medicina e mais 03 anos de residência médica em hospital para tornar-se um psiquiatra.

Por isto, a consulta psiquiátrica tem em comum muitos aspectos em relação a consulta médica em geral:

Anamnese: Este é o termo utilizado pelos médicos para colher uma história clínica. Esta história deve ser bastante detalhada e por isto demanda tempo. Muitos aspectos devem ser avaliados. Eu tenho o hábito de saber sobre os principais relacionamentos pessoais e familiares; a profissão e o ambiente de trabalho; atividades de lazer e hobbies também são importantes. Em seguida passo a uma investigação cuidadosa dos sintomas e queixas do paciente. Algumas perguntas são direcionadas, outras ficam por conta do paciente informar.

Exame físico: O psiquiatra também realiza exame físico, muitas vezes é importante avaliar o sistema cardiovascular por meio da ausculta e da medição da pressão arterial, pois alguns medicamentos podem interferir. Exames físicos mais detalhados dependem da queixa do paciente.

Exame psíquico: Na verdade, o exame psíquico começa quando o paciente entra no consultório, por meio da observação cuidadosa de aspectos do comportamento, vigilância, discurso, pensamento, humor, atenção e outros. O exame psíquico pode ser complementado por meio de testes, escalas e questionários.

Exames complementares: O psiquiatra também solicita exames para complementar ou excluir diagnósticos diferenciais. A formação médica é essencial para diferenciar condições patológicas que podem estar associadas a quadros mentais ou emocionais.

Periodicidade

É comum confundir a consulta em psiquiatria com sessões programadas. Na verdade é importante manter um acompanhamento médico até o momento da alta, claro que cada caso é um caso. Tenho pacientes que me consultam inicialmente a cada mês, enquanto outros estão sendo avaliados de 06 em 06 meses. E muitos de alta!

Como é o tratamento?

O tratamento em psiquiatria envolve o uso de medicamentos, psicoterapia e orientações sobre comportamento e estilo de vida.

Os medicamentos utilizados agem no sistema nervoso central corrigindo desequilíbrios nos neurotransmissores, substâncias presentes nas células nervosas. A maioria dos medicamentos não causa dependência, enquanto alguns possuem este potencial, mas quando utilizados de forma correta a chance do indivíduo viciar-se é mínima.

A psicoterapia é realizada por um psicólogo, muitas vezes a partir da recomendação do psiquiatra. Quando existe indicação, eu constumo encaminhar meus pacientes com um relatório detalhado para que a psicoterapia torne-se mais direcionada e efetiva.

Por que é tão difícil para o psiquiatra atender convênios ou planos de saúde?

A consulta em psiquiatria necessita de tempo, dedicação e personalização.

Infelizmente, os planos de saúde, remuneram a consulta com valores muito baixos, em torno de R$35,00. O que acaba por esmagar o tempo dedicado ao atendimento.

Planos de saúde pagam de 10 a 20 vezes mais por exames e procedimentos, por isto, muitos médicos estão migrando para especialidades onde possam realizá-los,

Mas tempo, dedicação e personalização são essenciais para uma consulta médica psiquiátrica de qualidade, tornando-se inviável o atendimento de convênios e planos de saúde, pelo menos na realidade atual.

Dr. José Hamilton
Médico Psiquiatra CRM 12149

Centro de Psiquiatria de Brasília
SGAS 910 Bl. A Sala 109 Ed. Mix Park – Asa Sul – Brasília – DF.

Síndrome do pânico

Em minha clínica a Síndrome do Pânico é um diagnóstico bastante frequente. O mais interessante sobre esta doença é que seus pacientes geralmente passam por diversos médicos antes de receberem o diagnóstico correto.

Isto acontece porque o Transtorno de Pânico, nome médico para Sindrome do Pânico, provoca diversos sintomas que são facilmente confundidos com ataque cardíaco ou infarto, derrame, vertigem ou labirintite, asma, problemas gastrointestinais e muitos outros.

Mas afinal o que é Síndrome do Pânico?

A característica essencial deste transtorno são os ataques recorrentes de uma ansiedade grave (ataques de pânico) e geralmente são imprevisíveis.

Como em outros transtornos de ansiedade, os sintomas essenciais comportam a ocorrência brutal de:

  • palpitação
  • dores torácicas,
  • sensações de asfixia ou falta de ar,
  • tonturas e
  • sentimentos de irrealidade (como se estivesse num sonho)
  • medo de morrer, de perder o autocontrole ou de ficar louco.

Não se deve fazer um diagnóstico principal de transtorno de pânico quando o sujeito apresenta um transtorno depressivo no momento da ocorrência de um ataque de pânico, uma vez que os ataques de pânico são provavelmente secundários à depressão neste caso.

Além disto, todo paciente com sintomas de pânico devem ser investigados para descartar diagnósticos diferenciais.

Tratamento da Síndrome do Pânico

O tratamento do pânico é, na maioria da vezes, muito eficiente. São usados, geralmente, dois tipos de medicação:

  • Inibidores de recaptação de serotonina: Que tem função regular a produção de neurotransmissores no sistema nervoso central, impedindo assim o surgimento de crises de pânico.
  • Benzodiazepínicos: Que tem função tranquilizante, atuando principalmente no início do tratamento até que o equilíbrio do sistema nervosos esteja restaurado.

O tratamento, de maneira geral, proporciona melhora nas primeiras semanas, mas deve ser continuado por alguns meses para evitar recaídas.

Todo tratamento deve ser individualizado para cada paciente, sendo prescrito e acompanhado por um médico.

Dr. José Hamilton

Médico Psiquiatra CRM 12149

Centro de Psiquiatria de Brasília localizado na SGAS 910 Bl. A Sala 109 Ed. Mix Park – Asa Sul – Brasília – DF.
Psiquiatra Brasília DF

Problemas de memória

Problemas de memória são uma queixa muito comum. É importante diferenciar entre os esquecimentos corriqueiros relacionados ao estresse do dia a dia e doenças degenerativas ou demências.

Os esquecimentos ditos normais são aqueles relacionadas a distração, a falta de organização e ao estresse. Por exemplo, esquecemos onde deixamos as chaves do carro devido a execução de várias tarefas simultâneas; ou esquecemos um compromisso devido a uma agenda lotada de outros afazeres.

Doenças degenerativas do sistema nervoso ou demências causam prejuízos na memória e também em outras capacidades, como linguagem, raciocínio e planejamento.

A doença de Alzheimer é a forma mais comum de demência que afeta a memória, o humor e o comportamento da pessoa. Em geral, afeta pessoas com mais de 65 anos. O portador dessa doença tem problemas para lembrar, falar, aprender, fazer julgamentos e planejar. Algumas pessoas sentem-se inquietas e mal humoradas.

A perda de memória associada a essa doença afeta a vida cotidiana. Ela torna difícil:

  • Lembrar nomes
  • Recordar as lembranças favoritas
  • Executar tarefas cotidianas
  • Encontrar as palavras certas

Para fazer o diagnóstico da doença de Alzheimer o médico deve ser consultado. Juntamente com uma história clínica e exame do estado mental, podem ser solicitados exames como:

  • Amostras de sangue ou urina ou ambos.
  • Testes psicológicos ou de memória para ver o quão bem o cérebro está funcionando.
  • Tomografia computadorizada de crânio.

Existe tratamento disponível para aliviar e diminuir a progressão dos sintomas da doença de Alzheimer. O diagnóstico precoce permite que o tratamento comece logo, quando é mais eficaz.

A doença de Alzheimer piora com o tempo. Os tratamentos atuais não impedem a progressão da doença, mas podem ajudar a retardar, a estabilizar ou até mesmo melhorar a memória e os problemas comportamentais. Podem ajudar a tornar as tarefas diárias mais fáceis de serem realizadas. Podem fazer a pessoa sentir-se mais confortável. Também podem ajudar a tornar a vida dos familiares e os cuidados mais fáceis.

Dr. José Hamilton
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Antidepressivos durante a amamentação

Embora exista consenso sobre os benefícios da amamentação, uma revisão da revista internacional Infant Behavior publicada em 2008, sugere que o aleitamento materno é menos comum entre mulheres com depressão pós-parto.

Mães depressivas, em parte, não amamentam devido a sua preocupação com potenciais efeitos negativos dos antidepressivos para seu filhos.

O uso de antidepressivos durante a amamentação deve ser feito levando em consideração o risco-benefício, devendo sempre ser conversado com seu médico.

Alguns estudos mostraram que medicamentos antidepressivos a base de sertralina ou paroxetina, quando utilizados pela mãe, não são encontrados no sangue do bebê, podendo indicar que estes medicamentos possuem um melhor perfil de segurança.

Mais estudos são necessários para se determinar a melhor indicação de medicamentos e dosagens para beneficiar a mãe com depressão e também o bebê em amamentação.

Dr. José Hamilton
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Dia Nacional de Combate ao Fumo

Dia 29 de agosto é o dia dedicado a conscientização sobre os danos causados pelo cigarro. Mas não é só isto, também é dedicado ao incentivo a todas as pessoas que desejam parar de fumar.

É importante saber que existem técnicas comportamentais e medicamentos eficientes no combate à dependência ao tabagismo. Converse com seu médico, corte este hábito.
Confira a matéria: As 12 dicas de ouro para parar de fumar!

Dr. José Hamilton
Médico Psiquiatra CRM 12149

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Transtorno explosivo

Em situações que geram raiva, como você reage?

Tem pavio curto, perde o controle, xinga, briga, bate, quebra objetos e depois se arrepende? Cuidado! Se você não consegue controlar seus impulsos agressivos e tem dificuldade de lidar com a raiva, isso pode ser sinal de doença emocional de nome complicado: transtorno explosivo intermitente.

Diagnóstico

Um diagnóstico de Transtorno Explosivo Intermitente somente é feito depois de descartados outros transtornos mentais que poderiam explicar os episódios de comportamento agressivo, como por exemplo:

  • Transtorno da Personalidade Anti-Social,
  • Transtorno da Personalidade Borderline,
  • Transtorno Psicótico,
  • Transtorno Bipolar ou Episódio Maníaco,
  • Transtorno da Conduta ou
  • Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade.

Características

Nos momentos de raiva, não consegue conter seu comportamento e acaba perdendo o controle: xinga, berra, ameaça, destrói objetos, ataca fisicamente as pessoas

  • Apesar de não premeditar, depois desses ataques percebe que exagerou nas atitudes e sente vergonha, culpa e arrependimento.
  • Seus ataques de raiva nada têm a ver com o uso de álcool ou de drogas.
  • Apesar desses comportamentos, o portador do transtorno não tem problemas sérios com a Justiça.
  • Geralmente, na família há pessoas que apresentam o mesmo problema.

Tratamento do Transtorno Explosivo Intermitente

O tratamento envolve psicoterapia com técnicas de manejo de estresse e estratégias para resolução de conflitos, com ênfase no auto-conhecimento e identificação das próprias emoções.

Além disto, existem estratégias farmacológicas, envolvendo medicamentos com características de estabilizadores de humor ou de antidepressivos.

Referências

1. Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas. Citado no portal de São Paulo (www.saopaulo.sp.gov.br).

Dr. José Hamilton
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Como finalmente parar de fumar

O desafio de deixar de fumar

O uso do cigarro tem como objetivos a busca por efeitos prazerosos desencadeados pela nicotina, melhora imediata do raciocínio e do humor, diminuição da ansiedade e ajuda no controle de peso. Com o passar do tempo, esses efeitos não são mais atingidos com a mesma dose, fazendo com que o fumante aumente o número de cigarros para obter efeitos outrora alcançados com doses menores.

O fumante torna-se, então, dependente químico e psicológico do cigarro. Além disso, fatores ambientais, psicológicos, comportamentais e socioculturais também estão associados ao desenvolvimento da dependência.

Difícil de largar – quando os fumantes deixam de fumar, sentem desejo pelo cigarro e têm sintomas de abstinência que contribuem para o risco de recaída. Os sintomas de retirada incluem distúrbios do sono, irritabilidade e/ou agressividade, depressão, agitação e dificuldade de concentração. Após dois ou três dias sem fumar, esses sintomas chegam ao seu nível máximo e podem durar várias semanas.

Largando o cigarro – buscar orientação, suporte, medicação e estar preparado para recaídas são medidas que podem ajudar os fumantes a abandonarem o fumo para sempre. Segundo estudos da Organização Mundial de Saúde, mesmo uma rápida orientação por um profissional de saúde pode aumentar o índice de abstenção em até 30%.

Para que o tratamento anti-tabagista tenha mais chances de ser bem sucedido, é necessária uma combinação de aconselhamento e terapia medicamentosa.

Aconselhamento e terapia comportamental
Há três tipos de aconselhamento e terapia comportamental que são considerados eficazes:

  • Aconselhamento prático,
  • Apoio social como parte do tratamento e
  • Assistência social fora do âmbito do tratamento.

Terapia com medicamentos
Alguns medicamentos eficazes podem ser usados por pacientes que estão tentando deixar de fumar. Dentre os medicamentos que realmente se mostraram efetivos para interremper o tabagismo estão:

  • Nicotina. Na forma de reposição com gomas de mascar ou adesivos transdérmicos.
  • Bupropiona. Medicamento antidepressivo com efeito auxiliar anti-tabagismo.
  • Vareneclina. Medicamento que compartilha alguns efeitos em comum com a nicotina, agindo no sistema nervoso reduzindo a vontade de fumar e os efeitos de abstinência.

Consulte seu médico sobre as alternativas disponíveis.Parar de fumar é o passo mais importante que os fumantes podem dar no sentido de aumentarem seu tempo e qualidade de vida. Procure ajuda e pare de fumar o quanto antes. Essa é a sua chance de viver mais e melhor.

Dr. José Hamilton
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Fobial social diagnostico e tratamento

Conceito: Fobial social é o medo de ser exposto à observação atenta de outrem e que leva a evitar situações sociais. As fobias sociais graves se acompanham habitualmente de uma perda da auto-estima e de um medo de ser criticado.

As fobias sociais podem se manifestar por:

  • Rubor, rosto corado ou quente,
  • Tremor das mãos,
  • Náuseas,
  • Vontade urgente de urinar,

Sendo que o paciente por vezes está convencido que uma ou outra destas manifestações secundárias constitui seu problema primário. Os sintomas podem evoluir para um ataque de pânico, uma imensa crise de ansieadade.

Fobial social não é timidez. A pessoa tímida é capaz de desempenhar suas funções sociais no trabalho e no lazer, mas pessoas com fobia social são impossibilitadas parcial ou totalmente em termos de relações no trabalho e na vida pessoal.

Medos mais frequentes na fobia social:

  • Falar em público
  • Conhecer pessoas novas
  • Comer, beber ou escrever em público
  • Usar banheiros públicos
  • Participar de festas ou eventos sociais

Tratamento da fobial social

Para tratar fobias existem psicoterapias, em especial uma técnica chamada de densensibilzação sistemática, que consiste em técnicas de enfrentamento de situações tidas como ameaçadoras de forma progressiva. Além disto, é recomendado o desenvolvimento de habilidades de socialização e interação.

Medicamentos com ação na serotonina são empregados de forma conjunta para regular o nível de ansiedade. Por vezes são necessários o uso de benzodiazepínicos (tranquilizantes) em situações especiais.

Dr. José Hamilton
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Dr. José Hamilton Vargas

Médico formado pela Universidade de Brasília, especialista em Psiquiatria pela Associação Brasileira. CRM 12.149.

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Psiquiatra Floripa
Fundada em 21 de abril de 1960, Brasília é uma cidade nova, onde as diferentes culturas se reunem de forma única.

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